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    Quanto Tempo a Proposta Realmente Demora — e Onde os Negócios Morrem?

    Quanto Tempo a Proposta Realmente Demora — e Onde os Negócios Morrem?

    Um estudo de fricção de compra automotiva de 2026 apontou que 64% dos clientes concluem a compra quando o processo dura menos de duas horas. O mesmo estudo revelou que 58% dos compradores enfrentaram algum problema na concessionária durante 2025. Junte esses dois números e a conclusão é desconfortável: a maioria dos gestores sabe quantos carros vendeu no mês, mas quase nenhum sabe quanto tempo cada proposta consumiu na mesa — nem em qual minuto exato o cliente desistiu.

    Essa lacuna importa mais hoje do que há dez anos. A pesquisa da McKinsey mostra que o comprador visita em média 1,6 concessionárias antes de fechar, contra cerca de cinco há uma década. Traduzindo: o cliente que atravessa a sua porta já fez a pesquisa, já comparou preços online e provavelmente não vai visitar mais ninguém. Cada visita perdida não é uma oportunidade adiada — é uma venda que foi para o concorrente ou evaporou. É por isso que a taxa de conversão do showroom deixou de ser uma métrica de curiosidade e virou o indicador operacional mais importante do piso de vendas.

    A fase invisível: configuração e negociação na mesa

    O processo de venda de um veículo tem uma característica que o varejo tradicional não tem: uma fase longa de especificação. Cor, rodas, acabamento interno, pacotes de equipamentos opcionais, condições de financiamento, avaliação do usado. Tudo isso acontece sentado, frente a frente com o vendedor. Na maioria das concessionárias, essa fase — que frequentemente decide o negócio — não é medida por absolutamente nada. O CRM registra que houve um atendimento. O DMS registra se saiu proposta. Mas quanto tempo o cliente ficou sentado, se levantou e voltou, ou se levantou e nunca mais voltou? Ninguém sabe.

    É exatamente aqui que os sensores de presença na mesa mudam o jogo. Instalados sob a mesa de vendas, do lado do cliente, eles registram quando alguém está sentado diante do vendedor. O resultado é um dado que nenhum relatório de CRM entrega: a duração real da fase de negociação e configuração, medida sessão por sessão, mesa por mesa, vendedor por vendedor.

    Quando esse dado é cruzado com as propostas emitidas e com a contagem de visitantes na entrada, o funil inteiro fica visível. Você passa a responder perguntas que antes eram opinião: quantos visitantes chegam à mesa? Quantas sessões de mesa geram proposta? Quanto tempo dura a sessão média que converte, comparada com a que não converte? E, principalmente: em qual etapa os negócios morrem — antes da mesa, na mesa ou depois da proposta?

    Onde os negócios realmente morrem: três pontos de fuga

    Em implementações práticas, o funil quebra em três lugares distintos — e cada um exige uma correção diferente:

    • Entre a porta e a mesa. Visitantes entram, circulam e saem sem nunca sentar. Se a sua contagem de entrada mostra 400 visitantes na semana e os sensores de mesa registram 90 sessões, você tem um problema de abordagem ou de dimensionamento de equipe nos horários de pico — não um problema de fechamento.
    • Na própria mesa. Sessões que se arrastam além do limite de tolerância do cliente. Se 64% fecham quando o processo fica abaixo de duas horas, cada sessão de mesa que ultrapassa esse teto sem proposta emitida é um sinal de alerta operacional: aprovação de desconto lenta, avaliação do usado travada, sistema de configuração instável.
    • Depois da proposta. Proposta emitida, cliente foi embora "pensar". Aqui o dado de duração ajuda de forma contraintuitiva: sessões curtas demais antes da proposta costumam indicar que o cliente não foi qualificado nem envolvido na configuração — e proposta sem envolvimento raramente volta assinada.

    Por que a contagem manual e o CRM não resolvem

    Gestores experientes já tentaram medir isso com registro manual no CRM. O problema é conhecido: vendedores registram o que lhes convém, esquecem horários e ninguém anota a visita que durou quatro minutos. Contagem automática elimina esse viés. A Vemco Group, fundada em 2005 na Dinamarca, opera uma plataforma agnóstica de sensores — compatível com Xovis, Milesight, Elsys, Hikvision, Axis e Irisys — que processa mais de 85 milhões de contagens por dia para mais de 2.000 clientes em mais de 95 países. A precisão de contagem tem mínimo contratual de 96%, ficando tipicamente entre 98% e 99% quando iluminação, layout e comportamento dos visitantes permitem. Os dados chegam ao dashboard cerca de 2 segundos após o cruzamento da linha de contagem, hospedados na AWS em Frankfurt, dentro da União Europeia.

    Um detalhe que quem já implementou isso em concessionária conhece bem: sem exclusão de funcionários, os números de visitantes ficam inflados a ponto de destruir a taxa de conversão calculada. Vendedores atravessam a linha de contagem dezenas de vezes por dia — indo ao pátio, buscando chaves, acompanhando test-drives. Tags UWB de equipe resolvem isso, filtrando automaticamente cada movimentação de funcionário da contagem de visitantes. Sem esse filtro, uma concessionária média pode acreditar que converte 8% quando na verdade converte 14% — e tomar decisões de pessoal erradas com base nisso.

    Do dado ao processo: o que fazer na segunda-feira

    Medir sem agir é desperdício de sensor. Três rotinas concretas para o gestor de vendas:

    • Defina um teto de duração de sessão. Se a sessão de mesa passa de um limite definido — por exemplo, 90 minutos sem proposta emitida — o gerente recebe um alerta em tempo real via app, WhatsApp, SMS ou e-mail e pode intervir enquanto o cliente ainda está sentado, não no relatório de sexta-feira.
    • Compare duração por vendedor, não só volume. Dois vendedores com o mesmo número de propostas podem ter perfis completamente diferentes: um fecha em sessões de 70 minutos, outro precisa de 150. Isso é material de coaching específico, não de bronca genérica.
    • Cruze horário de pico de visitantes com ocupação de mesas. Se sábado às 11h todas as mesas estão ocupadas e ainda entram visitantes, o gargalo não é vendedor — é estrutura. Esse dado justifica orçamento de forma que nenhuma intuição justifica.

    Com o comprador visitando apenas 1,6 concessionárias, cada minuto de fricção na mesa custa caro demais para permanecer invisível. A pergunta do título — quanto tempo a proposta realmente demora e onde os negócios morrem — tem resposta mensurável. Só falta instalar a medição.

    Quer saber exatamente onde os negócios morrem no seu showroom? Fale com a equipe da Vemco Group e veja como sensores de presença na mesa, contagem de visitantes e exclusão de funcionários se combinam para revelar seu funil real de vendas: vemcogroup.com/contact-us.

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