O mercado de Natal terminou, os lojistas dizem que foi um sucesso, o vereador quer saber quantas pessoas vieram e a resposta honesta é: ninguém sabe. Essa é a situação em que a maioria dos gestores de centro urbano se encontra depois de cada evento financiado com dinheiro público. Há fotos de rua cheia, há impressões, há uma contagem manual feita numa tarde de sábado. O que não há é um número defensável quando o comércio pergunta por que deveria cofinanciar a próxima edição, ou quando o orçamento do ano seguinte entra em discussão.
A contagem de pedestres em centros de cidade é a medição automática e contínua de quantas pessoas passam por pontos definidos de ruas comerciais e praças, com sensores que funcionam ao ar livre, em qualquer clima e sem identificar ninguém. Os dados resultantes mostram padrões por hora, dia e estação, e permitem comparar um evento com uma linha de base histórica em vez de com uma impressão.
Uma contagem manual cobre uma fração das horas do evento e não pode ser repetida de forma consistente. Duas pessoas contando na mesma esquina em sábados diferentes produzem números que não se comparam. Mais grave: sem medição contínua nas semanas anteriores, não existe linha de base. E sem linha de base, o número do dia do evento não significa nada. Trinta mil pessoas num sábado de feira é bom ou é o movimento normal de um sábado de dezembro? Essa é exatamente a pergunta que proprietários de imóveis e associações comerciais fazem antes de assinar um cofinanciamento.
Municípios como Odense e Copenhague já resolveram isso: usam contagem precisa de pedestres nas suas ruas comerciais e utilizam os números justamente para medir eventos e arranjos. O evento deixa de ser avaliado por percepção e passa a ser avaliado contra o mesmo dia da semana do ano anterior, com clima e sazonalidade visíveis na mesma curva.
O total de pedestres do dia do evento é o número que sai no relatório, mas raramente é o mais útil. Perguntas melhores:
Um módulo de calendário e eventos que marca campanhas, mercados, feriados e eventos na mesma linha do tempo da curva de fluxo transforma essa análise de projeto de planilha em rotina de dez minutos. É a diferença entre produzir um relatório por evento e produzir um relatório por temporada.
Uma observação de campo que poupa retrabalho: em dias de evento, a estrutura muda a geometria da rua. Barracas, palcos e gradis deslocam o fluxo de pedestres para fora do campo de visão de um sensor mal posicionado, e o resultado é uma subcontagem justamente no dia mais importante do ano. Sensores para exterior que funcionam em diferentes alturas de montagem e em multidões densas resolvem parte do problema, mas o posicionamento deve ser planejado junto com o layout do evento, não depois. Vale enviar a planta das barracas para quem fez a instalação antes de cada grande data. Sobre precisão, o compromisso honesto é este: mínimo contratual de 96 por cento, tipicamente 98 a 99 por cento quando as condições de iluminação, layout e comportamento dos visitantes permitem. Desconfie de quem promete um número fixo garantido.
Há ainda o aspecto de segurança que os gestores de eventos conhecem bem. Ocupação ao vivo com alertas em limites definidos e medição de filas ao ar livre servem tanto para o relatório posterior quanto para a operação no próprio dia, quando a praça se aproxima da capacidade. E o mesmo raciocínio se estende para além da rua comercial: os municípios de Copenhague, Aarhus e Aalborg usam contagem da Vemco em bibliotecas, museus, ginásios, piscinas, áreas de atividade ao ar livre, trilhas de floresta e parques infantis, o que permite avaliar um evento urbano no contexto de toda a rede de espaços públicos.
Isso é compatível com a proteção de dados? Sim. A tecnologia de sensores é compatível com o GDPR e não faz identificação pessoal. Conta pessoas e direções, não indivíduos.
Quanto histórico é necessário antes de avaliar o primeiro evento? O ideal é um ano, para comparar com o mesmo dia da semana do ano anterior. Com quatro a oito semanas já é possível trabalhar com padrões por dia da semana, desde que as limitações sejam declaradas no relatório.
Os sensores funcionam com chuva, escuridão e multidão densa? Sim, os sensores para exterior foram concebidos para todas as condições de clima, diferentes alturas de montagem e multidões densas, que é exatamente o cenário de um evento bem-sucedido.
Os dados entram nas ferramentas que o município já usa? Sim, via API REST e exportação CSV para ferramentas de planejamento e BI, além do acesso direto na plataforma.
Quanto à credibilidade: a Vemco é uma empresa dinamarquesa fundada em 2005, com sede em Fredericia e escritórios na Suécia, Brasil, Canadá, Austrália, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, mais de 55.000 instalações em mais de 98 países, plataforma SaaS própria com VemCount, VemTrack, VemSpace e VemFusion, parceria Gold com a Xovis e integração com mais de 40 tipos de fabricantes de sensores desde 2005.
Se a próxima temporada de eventos da sua cidade vai precisar de números que sustentem o orçamento diante do conselho e dos cofinanciadores, fale com a Vemco sobre a montagem de uma linha de base de fluxo de pedestres nas suas ruas comerciais em vemcogroup.com/contact-us.