O litígio entre Brent Cross e John Lewis, em curso no Tribunal Superior inglês, gira em torno de uma pergunta aparentemente simples: o que conta como faturamento da loja? A conclusão dos advogados que acompanham o caso é direta — dados, relatórios e direitos de auditoria passaram a ser o centro de qualquer contrato de aluguel percentual. E é exatamente aí que muitos proprietários de shopping centers descobrem uma lacuna: o ERP guarda o contrato com perfeição, mas ninguém construiu o ERP para conversar com o lojista todos os dias.
Em duas frases, a arquitetura é esta: o ERP ou o sistema de gestão de propriedades continua sendo o sistema de registro — contratos, unidades, área bruta locável e finanças. O VemTenant não o substitui; ele se posiciona ao lado, como a camada voltada ao lojista, coletando faturamento, cobrando relatórios atrasados e devolvendo os dados de vendas ao ERP diariamente, assim que chegam.
"Já pagamos licenças caras de um ERP que gerencia cada contrato, cada metro quadrado e cada fatura. Por que acrescentaríamos mais uma plataforma?" É uma pergunta legítima de quem responde por orçamento. A resposta honesta: o ERP foi desenhado para o proprietário, não para o lojista. Ele não envia lembrete a uma loja que não reportou vendas até o dia cinco. Não mostra ao gerente de uma loja de calçados como ele se compara ao seu segmento ou ao shopping como um todo. Não oferece submissão de faturamento pelo celular em trinta segundos. Cada uma dessas ausências vira trabalho manual para a sua equipe financeira — planilhas, e-mails de cobrança, digitação duplicada — e vira atrito na relação com o lojista.
Considere o contexto de mercado: cerca de 14,4% dos contratos em shopping centers no Reino Unido já são baseados em faturamento, e a tendência é de crescimento em toda a Europa. Cada um desses contratos depende de um número que o lojista precisa reportar, no prazo, de forma verificável. Quando esse número atrasa ou chega errado, o aluguel é faturado errado.
O princípio é um só: os dados são gerenciados em um lugar, o ERP. O relacionamento — lembretes, ranking, motivação, transparência — acontece no VemTenant.
A integração corre nos dois sentidos. Do ERP para o VemTenant fluem os dados mestres: quando um lojista sai e outro assume a unidade, quando a área da loja muda ou qualquer detalhe cadastral é atualizado, a alteração é feita uma única vez, no ERP, e atualiza automaticamente no VemTenant. Do VemTenant para o ERP fluem as vendas: cada faturamento importado é enviado ao ERP diariamente, assim que chega. Sua equipe financeira nunca redigita um número de vendas, e o VemTenant nunca vira uma segunda fonte de verdade cadastral concorrente.
Uma observação de quem já implementou isso em campo: o maior ganho no primeiro trimestre raramente vem da automação em si — vem da limpeza forçada dos dados mestres. Quando o ERP passa a alimentar a camada do lojista, cadastros duplicados, áreas desatualizadas e contatos errados aparecem imediatamente, porque o lojista vê o próprio nome e a própria loja no dashboard. Planeje duas a três semanas para essa depuração antes do go-live; ela paga o projeto sozinha em precisão de faturamento de aluguel percentual.
Aqui está o que nenhum ERP oferece: uma ferramenta para o lojista. No VemTenant, cada loja recebe um dashboard com o próprio desempenho ao longo do tempo e em comparação com seu segmento e com o shopping, submissão rápida de faturamento pelo celular e estatísticas de vendas. O lojista deixa de ver o reporte como uma obrigação burocrática e passa a receber algo de volta: uma forma de melhorar as próprias vendas e a própria visitação. Dados e transparência entre lojista e proprietário são a base da relação — e lojistas que enxergam valor no reporte, reportam no prazo.
Há ainda um contexto que o ERP jamais terá: o VemTenant roda na mesma plataforma Vemco de contagem de pessoas, então o faturamento pode ser lido contra os visitantes por loja e por zona. Um lojista com vendas em queda mas visitação estável tem um problema de conversão; com visitação em queda, um problema de localização ou de mix — decisões de leasing muito diferentes. Nas instalações de contagem, a precisão contratual mínima é de 96%, tipicamente entre 98% e 99% quando as condições de iluminação, layout da loja e comportamento dos visitantes permitem — nunca prometemos um número fixo garantido, porque seria desonesto.
O VemTenant substitui nosso ERP? Não. O ERP permanece como sistema de registro para contratos, unidades, áreas e finanças. O VemTenant é a camada de relacionamento com o lojista e envia os dados de vendas de volta ao ERP diariamente.
O que acontece quando um lojista muda? A alteração é feita uma vez, no ERP — saída, entrada, mudança de área ou qualquer detalhe — e o VemTenant é atualizado automaticamente. Não há cadastro duplicado.
Onde os dados de vendas terminam? No seu ERP, todos os dias, assim que são importados no VemTenant. O faturamento do aluguel percentual continua sendo feito onde sempre foi.
Os lojistas veem os números uns dos outros? Não. Cada lojista vê apenas a própria posição em relação ao seu segmento e ao shopping — nunca os valores individuais de outra loja.
A Vemco Group, com sede na Dinamarca, mais de 20 anos de experiência, 10 escritórios internacionais e mais de 55.000 instalações em mais de 98 países, constrói exatamente essa camada entre o seu ERP e os seus lojistas. Conheça os detalhes do produto em vemcogroup.com/products/vemtenant. Se você quer entender como a integração bidirecional funcionaria com o seu ERP ou sistema de gestão de propriedades específico — quais dados fluem, com que frequência e quanto tempo leva a implementação — fale com a nossa equipe em vemcogroup.com/contact-us e traga a sua estrutura de contratos de aluguel percentual para a conversa.