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gestão de espaços universitários — Gestão de Espaços para Universidades: Como os Sensores da Vemco e da Elsys Colocam Cada Mesa, Sala e Assento da Biblioteca para Trabalhar | Vemco Group

Written by Admin | 27 de ago. de 2026 06:52:55

Existe um número que quase nenhuma universidade consegue responder com precisão: quantos por cento das salas reservadas foram realmente ocupadas na última terça-feira às 10h? O sistema de reservas diz uma coisa. A realidade nos corredores diz outra. Essa diferença — entre o espaço reservado e o espaço utilizado — é onde se esconde a maior parte do desperdício de metros quadrados no ensino superior. E é exatamente essa lacuna que a gestão de espaços universitários baseada em sensores fecha, com dados em vez de suposições.

Mais de 100 universidades já usam a plataforma Vemco para gerir seus espaços, integrada com sensores Elsys para presença em mesas, ambiente interno e segurança. A lógica é simples de explicar e difícil de fazer bem: combinar sensores Elsys de presença e reserva de mesas com contadores de fluxo que medem a ocupação de auditórios e áreas de estudo. O resultado é que a universidade sabe qual espaço é efetivamente usado, por quantas pessoas e quando — e pode alocar o espaço certo no momento certo, em vez de construir mais.

O problema das reservas fantasma tem solução automática

Todo diretor de operações de campus conhece o padrão: uma sala de seminário aparece como reservada o semestre inteiro, mas quem passa pela porta vê a sala vazia metade do tempo. Departamentos reservam "por garantia". Grupos de estudo reservam três salas e usam uma. O calendário fica cheio; o prédio fica vazio. Sem dados de presença, a única resposta é ampliar o inventário de salas — a resposta mais cara possível.

A Vemco construiu integrações com uma série de sistemas de reserva de salas justamente para atacar esse padrão. Quando uma sala reservada não é utilizada 15 a 20 minutos após o início da reserva, o sistema notifica automaticamente o sistema de reservas para liberar aquele horário. A sala volta ao inventário disponível sem que ninguém da equipe de facilities precise verificar nada. Na prática, isso equivale a recuperar salas inteiras de capacidade sem obra, sem mobiliário novo e sem mudar o comportamento de ninguém à força — o sistema simplesmente corrige o calendário para refletir a realidade.

Uma observação de quem já implementou isso em campus: defina a janela de liberação em conjunto com a reitoria e comunique antes de ativar. Se professores descobrirem a liberação automática pela primeira vez ao perderem uma sala, a resistência política custa mais do que qualquer sensor. Universidades que rodam duas a quatro semanas em "modo relatório" — mostrando quantas reservas teriam sido liberadas, sem liberar de fato — chegam à ativação com os departamentos a favor, porque os números falam por si.

A biblioteca visível no bolso do estudante

O segundo ponto de atrito diário não está nas salas de aula, mas nas bibliotecas e áreas de estudo. Em semana de provas, estudantes percorrem três andares procurando um lugar livre — ou desistem e vão para casa, e a universidade perde exatamente o tipo de permanência no campus que quer estimular.

Com sensores de presença Elsys em cada mesa e contadores de fluxo nas entradas, o aplicativo da universidade passa a mostrar mapas ao vivo de bibliotecas e auditórios: o estudante vê onde há um assento disponível para ler ou trabalhar em grupo antes de caminhar até lá ou perguntar a alguém. Para a equipe de estates, os mesmos dados respondem perguntas de planejamento: quais andares saturam primeiro, quais zonas de estudo silencioso estão subdimensionadas, se vale a pena estender o horário de abertura de um prédio ou apenas de um pavimento.

Os mesmos sensores, três funções operacionais

O que torna o caso de negócio defensável perante um comitê de orçamento é que a mesma infraestrutura de sensores atende várias frentes operacionais ao mesmo tempo:

  • Análise de reservas e reservas fantasma: comparação contínua entre calendário e ocupação real, com liberação automática de salas não utilizadas.
  • Monitoramento de CO2 e umidade: salas de seminário com CO2 elevado no meio da tarde não são um problema de conforto abstrato — são concentração reduzida e reclamações previsíveis. Os dados permitem ajustar ventilação e lotação por sala, não por prédio.
  • Segurança e fechamento: saber qual janela ficou aberta após o horário de fechamento, antes que vire um chamado de segurança patrimonial ou uma perda térmica que aparece na conta de energia.

Tudo isso roda em uma única plataforma, a VemSpace, como gestão de espaços totalmente automatizada. Para as equipes de TI, isso importa: um dashboard, uma integração com o sistema de reservas, uma estrutura de dados — em vez de um sistema separado para presença, outro para clima interno e um terceiro para relatórios de ocupação.

Precisão honesta e liberdade de hardware

Sobre contagem de pessoas, vale ser direto, porque o mercado está cheio de promessas redondas: a Vemco trabalha com um mínimo contratual de 96% de precisão, e tipicamente atinge 98 a 99% quando as condições — iluminação, layout do espaço, comportamento dos visitantes — permitem. Nenhum fornecedor sério garante um número fixo em qualquer ambiente; corredores estreitos com contraluz forte se comportam diferente de um átrio bem iluminado, e um bom parceiro diz isso antes da instalação, não depois.

Igualmente relevante para quem planeja um contrato de dez anos: a Vemco é agnóstica em relação a sensores. A parceria com a Elsys é forte para presença em mesas e ambiente interno, mas a plataforma não prende a universidade a um único fabricante de hardware. Se um prédio novo chega com sensores já instalados de outro fornecedor, esses dados podem entrar na mesma plataforma — um detalhe que evita conversas desconfortáveis com o setor de compras daqui a cinco anos.

Por onde começar sem instrumentar o campus inteiro

Nenhuma universidade precisa sensorizar 40 prédios no primeiro ano. O caminho que funciona: escolha o prédio com maior disputa por salas — normalmente onde estão as reservas fantasma mais visíveis — e uma biblioteca com fila na época de provas. Instrumente esses dois, rode um semestre, e leve os números ao comitê de espaços. Dados de ocupação real de um semestre acadêmico completo, com picos de prova e vales de recesso, valem mais do que qualquer estudo de utilização feito com pranchetas em uma semana de amostragem.

O efeito colateral mais subestimado: quando estates apresenta ocupação medida em vez de ocupação reservada, a conversa sobre novos prédios muda de tom. Muitas vezes o "déficit de salas" de um departamento é, na verdade, um excedente mal distribuído — e provar isso com sensores custa uma fração de qualquer ampliação.

Quer ver como isso funcionaria no seu campus? A equipe da Vemco pode mapear com você um piloto de gestão de espaços universitários — um prédio de ensino e uma biblioteca — com sensores Elsys, integração ao seu sistema de reservas e tudo consolidado na VemSpace. Fale com a Vemco em vemcogroup.com/contact-us e comece com dados reais, não com estimativas.