Em março de 2023, a Irisys encerrou as vendas e o suporte do hardware Vector 4D, com suporte limitado a clientes mantido apenas até março de 2024. Isso significa algo muito concreto para quem administra dezenas ou centenas desses sensores: a gestão de dispositivos deixou de vir do fabricante. Não há mais firmware novo, não há mais escalonamento de tickets, e o Estate Manager que a sua equipe conhece perdeu o caminho natural de continuidade. O hardware instalado no teto das suas lojas, porém, continua funcionando — e continua sendo um ativo pago que ninguém quer descartar por decisão de terceiros.
É aqui que a busca por uma alternativa ao Irisys Estate Manager se torna uma decisão de orçamento real, não um exercício teórico. Substituir um parque completo de Vector 4D por hardware novo custa capital, exige janelas de instalação em cada loja, recalibração, e semanas de validação de dados até que os números voltem a ser confiáveis para as áreas de operações e marketing. A pergunta certa não é "qual sensor compramos agora?", mas sim "como mantemos o controle do que já temos, com suporte de verdade, enquanto planejamos o ciclo de renovação no nosso ritmo — e não no ritmo imposto pelo fim de vida do produto?"
Equipes de TI que vivem o dia a dia de um estate de sensores sabem que o valor do Estate Manager nunca esteve apenas no dashboard. Estava na capacidade de fazer três coisas sem despachar um técnico para a loja: verificar o status de saúde de cada dispositivo, ajustar configurações remotamente e aplicar atualizações em lote. Quando isso desaparece, cada problema vira uma visita presencial. Em um estate de cem lojas, mesmo uma taxa modesta de incidentes mensais transforma-se rapidamente em milhares de euros em deslocamentos e horas de suporte de campo.
Há também o risco silencioso: sem monitoramento centralizado, um sensor que desalinhou após uma reforma na loja pode contar errado durante semanas antes que alguém perceba. E dados de contagem ruins são piores do que dados nenhuns — decisões de escala de pessoal e avaliação de campanhas passam a se apoiar em números contaminados sem que ninguém saiba.
A abordagem da Vemco Group parte de um princípio pragmático: o Estate Manager está totalmente integrado à plataforma Vemco, oferecendo acesso e controle remotos dos dispositivos Irisys Vector 4D e Gazelle a partir de um único lugar. Na prática, isso significa que a sua equipe mantém a administração de dispositivos que já domina — os mesmos fluxos de verificação de status, configuração e diagnóstico — mas dentro de uma plataforma que continua sendo desenvolvida e suportada, em vez de congelada no tempo.
Isso não é um detalhe menor para quem planeja orçamento. A curva de aprendizado de uma ferramenta nova de gestão de estate costuma consumir meses de produtividade da equipe de TI. Preservar os conhecimentos existentes enquanto se ganha uma plataforma de analytics empresarial ao redor deles inverte a lógica habitual da migração: em vez de trocar tudo e reaprender, você mantém a base operacional e expande a partir dela.
A Vemco Group, fundada na Dinamarca em 2005, é parceira da Irisys há mais de 15 anos. Esse histórico importa em um ponto específico: conhecer as particularidades do Vector 4D — comportamento de firmware, cenários de instalação problemáticos, padrões de falha conhecidos — não é algo que se adquire lendo documentação. É conhecimento acumulado em campo, e é exatamente o que desaparece quando o fabricante encerra o suporte.
A plataforma Vemco cobre desde a gestão de dispositivos até analytics avançado de fluxo de pessoas, filas e rastreamento por re-identificação (re-ID). Para o gestor de estate, isso muda a conversa interna: o parque de sensores deixa de ser um custo de manutenção defendido pela TI e passa a ser a fonte de dados que operações, marketing e planejamento de lojas consomem diariamente. Alguns efeitos práticos:
Sobre precisão, vale ser direto: o compromisso contratual da Vemco é de no mínimo 96% de precisão de contagem, com resultados típicos entre 98% e 99% quando as condições permitem — iluminação, layout da loja e comportamento dos visitantes influenciam o resultado. Desconfie de qualquer fornecedor que prometa 99% de forma incondicional; quem já validou contagens manualmente contra dados de sensor sabe que essas variáveis existem em toda instalação real.
Um erro recorrente em projetos desse tipo: subestimar a auditoria inicial do estate. Antes de conectar qualquer coisa a uma nova plataforma, faça um inventário honesto — quais dispositivos estão em qual versão de firmware, quais têm linhas de contagem configuradas de forma inconsistente entre lojas, quais foram fisicamente movidos em reformas e nunca recalibrados. Em estates grandes, é comum encontrar entre 5 e 10 lojas cujos dados nunca foram confiáveis, e ninguém sabia. Migrar para uma plataforma ativa é o momento ideal para sanear isso; migrar sem sanear apenas transporta os problemas antigos para o sistema novo, agora com um selo de credibilidade que eles não merecem.
Outro ponto prático: envolva a equipe de rede desde o início. A comunicação dos dispositivos com uma nova plataforma pode exigir ajustes de firewall e proxy em cada loja, e esse é tipicamente o item que atrasa cronogramas — não a tecnologia em si.
A decisão que está na sua mesa não é entre manter o antigo ou comprar o novo. É entre perder o controle gradualmente — sensor a sensor, incidente a incidente — ou colocar o estate existente sob uma plataforma suportada e planejar a evolução com dados e calendário próprios. Os Vector 4D nas suas lojas ainda têm anos de contagem confiável pela frente, desde que alguém continue cuidando deles.
Se a sua organização administra dispositivos Irisys e o fim do suporte do fabricante deixou lacunas na gestão do estate, fale com a equipe da Vemco Group. Podemos avaliar o seu parque atual de Vector 4D e Gazelle, mapear os riscos operacionais e mostrar como a gestão de dispositivos e o analytics funcionam juntos na plataforma Vemco. Entre em contato em vemcogroup.com/contact-us e agende uma conversa técnica sobre o seu estate.